Entenda como funciona uma bicicleta elétrica

Inventada em 1817, a bicicleta é tão eficiente como meio transporte que seu mecanismo não precisou passar por grandes mudanças nos últimos 100 anos. A ideia de colocar um motor na bicicleta existe há bastante tempo, com as primeiras patentes registradas na década de 1890. Ao longo do século 20 foram desenvolvidos diversos modelos de bikes elétricas, no entanto seus motores eram pouco eficientes e o custo era muito alto por isso elas não se popularizaram. Só a partir dos anos 1990 que essa situação começou a mudar, curiosamente, devido à produção em massa de computadores, que ajudou a abaixar o custo dos materiais usados nas baterias. A nova geração chegou ao mercado há cerca de 20 anos e foi muito bem recebida! Com valores acessíveis e uma eficiência cada vez maior, as e-bikes agora estão presentes em todas as grandes cidades do mundo, e vieram para ficar!

Existem basicamente dois sistemas de funcionamento para bicicletas elétricas: o de pedal assistido e o de impulsão por acelerador, sendo pouquíssimos os modelos que reúnem as duas alternativas. As especificações que caracterizam uma e-bike são a potência do motor, o tipo de bateria e sua capacidade (autonomia) e a velocidade máxima do motor. Quando são usadas com o motor desativado, seu funcionamento é exatamente o mesmo de uma bicicleta normal.

A potência do motor e a velocidade máxima atingida podem variar bastante de um modelo para outro, por isso a legislação de cada país define as regras para seu uso. No caso do Brasil, são consideradas bicicletas apenas os modelos de pedal assistido, sem acelerador, e com limite de auxílio do motor em 25 Km/h. A classificação como bicicleta tem muitas vantagens, pois além de poder trafegar em ciclovias, parques e demais espaços destinados às bicicletas, não há necessidade de registro ou licenciamento e não é necessário possuir documento de habilitação.

O pedal assistido funciona com um sensor que ativa o auxílio do motor conforme detecta as pedaladas. O efeito percebido pelo ciclista é que o pedal fica mais leve e a velocidade é desenvolvida mais facilmente. O sistema costuma ser programado para embalar o ciclista até uma velocidade determinada, após a qual o auxílio do motor é interrompido automaticamente. As bicicletas que usam esse sistema costumam ser equipadas com uma interface controladora, próxima à manopla, na qual o usuário liga e desliga o uso do motor e também regula sua intensidade. As bikes com sistema de acelerador geralmente são controladas pelo giro da manopla (assim como as motos).

Os tipos de bateria mais usados nas bicicletas elétricas são chumbo-ácido e íon de lítio, variando de 6A a 12A em amperagem – medida que determina a quantidade de energia armazenada e portanto influencia na autonomia da bike elétrica. Esses dois tipos de bateria estão livres do “efeito de memória” e portanto a recarga pode ser feita a qualquer momento, sem haver necessidade de esgotar a carga anterior. As baterias de lítio são a melhor escolha, sem dúvida, pois são mais leves e têm maior durabilidade, perdendo apenas no preço. Geralmente as baterias são removíveis e vêm acompanhadas de seu próprio carregador. A recarga pode ser feita em tomadas comuns e leva cerca de 4 a 5 horas. A vida útil das baterias gira em torno de 500 a 1000 ciclos (média de 2 a 3 anos).

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